quarta-feira, 16 de setembro de 2015
CURSO DE FORMAÇÃO DE EVANGELISTAS
Aconteceu nesse último sábado, dia 12 de setembro o primeiro módulo do Curso de Formação para Evangelistas no Sul de Minas com a presença do Rev. Jânio Quadros Paradela. O curso contou com a presença dos Campos Missionários de Pouso Alegre / MG, Lavras / MG e Nepomuceno / MG.
![]() |
| Turma do Curso de Evangelistas |
![]() |
| Pr. Márcio (Nepomuceno), Rev. Jânio Quadros (Santos Dumont) e Pr. Douglas Bortone. |
![]() |
| Foto tirada durante a aula. |
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
PALAVRA PASTORAL DA SEMANA
Da
Célula à Igreja local: Desafios & Perspectivas para a Plantação de Igrejas por
meio da visão do Discipulado
Parte 1
Por Pr.Douglas Bortone
Pastor Titular da IMPA
Plantar
Igrejas relevantes é um desafio presente em nosso contexto brasileiro atual. As
constantes transformações sociais do século XXI exigem cada vez mais uma
proposta eclesiológica (a maneira em que a Igreja se organiza) capaz de
responder os seus anseios, sem desprezar a essência do evangelho. Plantar
Igrejas relevantes começa a partir do diálogo entre os desafios sociais e a
missão de Deus para o mundo, fazendo com que este processo colabore com o
crescimento integral da Igreja e principalmente, com o cumprimento da grande
comissão. Sobre isso, Ronaldo Lidório afirma algo interessante:
Tenho
argumento que o plantio de igrejas é peça fundamental na Missio Dei. Sem o
plantio de novas igrejas o propósito de Deus não é realizado na terra. A
transformação da sociedade na direção de Deus ocorre através da sua agência, a
Igreja, e assim comunidades locais de convertidos são a maior expressão de sua
presença e seu desejo transformador[1].
Nesse sentido, a Igreja
cumpre o desafio que está proposto em Mateus 28.19: “fazer discípulos”. E quando eu me envolvo com a sociedade
e faço discípulos/as, ali eu começo a plantar uma Igreja relevante. Se
entendemos o conceito de Igreja como uma “reunião” e “junção” de discípulos,
logo, onde eu faço discípulos/as eu automaticamente posso iniciar um processo
de plantação de Igrejas por meio da visão do discipulado.
Conhecer
a comunidade é abrir caminho para ser aceito por ela, para criar condições e
desenvolver simpatia e empatia. É tornar a igreja parte da comunidade, deixando
de ser um corpo estranho. A Igreja não está na comunidade só para cuidar dos
seus fiéis. Ela está ali para trabalhar com toda a comunidade, para fazer com
que todos ouçam, vejam, sintam e sejam alcançados pelo evangelho.[2]
O primeiro desafio é a oração. Certeza vez ouvi
dizer que: “uma visão sem oração é apenas
uma ilusão”. De fato, se desejamos ver a nossa visão, seja ela qual for, se
concretizando na terra precisamos investir tempo em oração. O êxito do nosso
trabalho está na oração e não podemos negligencia-la. Se a nossa visão é plantar Igrejas, precisamos
gerar primeiramente no mundo espiritual. Orar pela futura Igreja, orar pelas
pessoas, orar pela cidade. Além disso “a oração e a semeadura abundante lhe
indicarão por onde começar a fazer amizades e encontrar pessoas receptivas”[3].
A
oração é uma ferramenta fascinante para a pessoa que deseja ministrar a outros.
É uma das coisas mais simples que podemos fazer. Tudo que precisamos fazer é
sentar (ou ajoelhar) e elevar alguém a presença de Deus. No entanto, a maioria
de nós vai ter que admitir que a oração pelos outros é uma das coisas mais
difíceis para se colocar em prática. Nós
nos ocupamos demais. Nós nos distraímos demais. Ficamos desanimados e não
oramos o suficiente[4]
O segundo desafio deste processo é trazer para
perto os novos discípulos, frutos do cumprimento da grande comissão. A visão da
“Igreja Multiplicadora[5]”
define esse processo como: “Relacionamento
Discipulado” – “o relacionamento intencional de um
discípulo com outra pessoa visando torna-la outro discípulo”[6].
Após o contato pessoal e o interesse por parte do indivíduo, o “Relacionamento
Discipulador” é essencial. É o ponto
chave que desencadeara no desenvolvimento da primeira célula, sendo esse fator
principal para o seu desenvolvimento e crescimento até a sua multiplicação.
Uma das bases das
Células é o desenvolvimento de
relacionamentos que a compõe. O relacionamento discipulador, nesse sentido
é que dará início a primeira célula. Sem os relacionamentos não será possível
criar vínculos que sustente essa primeira etapa no processo de plantação de
Igrejas. O plantador de Igreja deve ser alguém disposto a se envolver com a
sociedade e a se relacionar com as diversas pessoas chaves para esse primeiro
momento. Novamente, a visão da “Igreja
Multiplicadora” afirma que:
O
que difere o trabalho de plantação de uma nova Igreja do trabalho de “fazer
discípulos” de uma igreja local é apenas a intencionalidade de estabelecer uma
nova comunidade de discípulos em um determinado bairro ou cidade. Nesse
desígnio, o plantador de igrejas não perderá nenhuma oportunidade de anunciar o
evangelho a pessoas desconhecidas nas ruas, praças, de casa em casa, hospitais
e escolas, buscando principalmente desenvolver relacionamentos com vizinhos e
outras pessoas acessíveis[7]
Todos nós somos
chamados para participar do projeto de Deus no mundo e a melhor maneira de
participar é fazendo discípulos/as, transmitindo o evangelho e se comprometendo
com a mudança do mundo. Estamos no mundo (a criação de Deus), mas não somos
deste mundo (o sistema que o governa) e assim devemos “proclamar a Cristo até
que ele venha: um chamado para toda a Igreja levar todo o evangelho a todo
mundo[8]”. Que o Senhor nos abençoe nesse desafio de
plantar Igrejas e cumprir a plenitude da grande comissão.
[1] LIDORIO, Ronaldo. Plantando
Igrejas: Teologia Bíblica, Princípios e Estratégias de Plantio de Igrejas. São
Paulo: Casa Editora Presbiteriana, 2007. Pp.43-44.
[2] BERNANDO, Salovi. MORAES, Luis
Paulo de Lira (Organização). Ação Social da Igreja de Cristo. Rio de Janeiro:
JUERP, 1998. P.37.
[3] BRANDÃO, Fernando. (Org.). Igreja
Multiplicadora: 5 Princípios Bíblicos para o Crescimento. Rio de Janeiro,
Convicção.p.103
[4] EARLEY, Dave. Oito hábitos do
líder eficaz de grupos pequenos: Orientações para transformar seu ministério
fora do encontro do grupo pequeno / célula. Curitiba, 2014. Editora Ministério
Igreja em Células.
[5] BRANDÃO, Fernando. (Org.).
Igreja Multiplicadora: 5 Princípios Bíblicos para o Crescimento. Rio de
Janeiro, Convicção.
[7] Idem, p.103.
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
AVALIAÇÃO PASTORAL ACONTECERÁ DIA 13 DE SETEMBRO
AVALIAÇÃO PASTORAL E AVALIAÇÃO DA IGREJA LOCAL ACONTECERÁ NO DIA 13 DE SETEMBRO ÀS 09H
Nossa Assembleia local de Avaliação Pastoral acontecerá no dia 13 de Setembro as 09h sob a presidência do Rev. Jânio Quadros Paradela (presbítero designado pelo SD Rev. Luiz Rampinelli para realização da mesma)!
No dia 12 de Setembro não haverá Culto de Celebração no Anfiteatro do Hotel Ferraz. Estamos transferindo o mesmo para o dia 13/09 juntamente com a Assembleia de Avaliação Pastoral.
Não deixe de participar desse momento importante na caminhada de nossa Igreja Local. Ore e Participe! Em breve estaremos divulgando mais informações necessárias!
sábado, 22 de agosto de 2015
Culto na cidade de Inconfidentes / MG
No dia 27 de Novembro estaremos realizando Culto na cidade de Inconfidentes / MG, localizada a 48 Km de Pouso Alegre. Esse culto marcará o inicio de nossa primeira Célula neste cidade com nossos líderes Francis e Sabrina!
PROGRAMAÇÃO NA RÁDIO MINISTRAR WEB
Confira a nossa programação na Rádio Ministrar Web através do link: www.radioministrarweb.com ou baixe o aplicativo "Rádio Ministrar" e fique por dentro de nossa programação!
quinta-feira, 16 de abril de 2015
PALAVRA DA SEMANA:
RELACIONAMENTOS ENTRE PAIS E FILHOS
Palavra ministrada no Programa "Relações de Amor", da Igreja Metodista em Pouso Alegre/MG na Rádio Ministrar no dia 08/04/2015
Amigos, na semana passada nós entramos no
tema Lar e
Família, e tratamos especificamente do seu início, o casamento, que é a instituição
de uma nova família.
Deus nos criou para vivermos em família! Todos nós
precisamos de relacionamentos afetivos específicos dela. É natural querermos
fazer parte de algo que nos dê um senso de aceitação, afirmação, de que somos
necessários e valorizados. (Omartian, 2003)
Ao longo de toda a Bíblia, de Gênesis até Apocalipse, vários assuntos
são tratados sobre a família, ou mesmo baseados nela.
A família é fundamental na nossa formação pessoal, e precisamos ter
responsabilidade sobre a influência que temos sobre a vida dos nossos
familiares e reconhecermos a influência que sofremos deles.
Alguns livros da Bíblia relatam exemplos da influência que o lar pode
ter sobre uma pessoa, e as conseqüências dessa influência. No primeiro livro de
Reis 21.6-16, vemos como a perversidade do Rei Acabe foi propagada e exacerbada
por sua esposa Jezabel, na ocasião em que ela tramou a morte de Nabote, para
que o Rei tomasse posse da vinha dele. Em contrapartida, no primeiro livro de
Samuel 1.27-28, encontramos fundamentos que nos levam a crer que a grandeza de
Samuel e sua sensibilidade extraordinária a Deus, certamente se deveram, em
parte, à influência de Ana, sua mãe devota. Já no livro de Ester 2.20 e 4.14
vemos como uma descendência piedosa foi preservada através da unidade familiar
de Ester e Mordecai, que eram primos, mas ele a criou como filha, nos
ensinamentos do Senhor, desde que ela perdeu o pai. (Bíblia
da Mulher, 2009)
Hoje nós vamos continuar no tema LAR E FAMÍLIA, e
vamos falar especificamente sobre Relacionamento
entre Pais e Filhos.
Vamos consagrar nossa família ao Senhor? Enquanto
ouvimos este louvor, vamos orar e colocar nossa família aos cuidados do Senhor,
a começar por nós mesmo... Não adianta querer que as coisas mudem se não
começarmos as mudanças em nós. Oremos ao Senhor.
Se você não tem filhos, ou mesmo seus pais não
estão mais aqui, não deixe de ouvir este programa, pois o Senhor possui
caminhos insondáveis, e um dia todos nós podemos ter que aprender a lidar com
um filho, mesmo que não seja de sangue, mas filho no amor. Os ensinamentos que
vamos buscar aqui te prepararão para um futuro, ou mesmo para ajudar alguém que
precisa de um conselho amigo, de compreensão e apoio, numa situação de
relacionamento difícil com pais ou filhos. Em um próximo programa, abordaremos
especificamente relacionamento de avós e netos, que não deixa de ser uma
extensão do relacionamento pais e filhos. Aguardem...
Relacionamento entre Pais e Filhos
Logo no início da Bíblia, no relato da criação, percebemos que ser mãe
ou pai deve envolver algo extremamente básico, importante e viável, uma vez que
faz parte da ordem dada por Deus à mãe e ao pai da raça humana, conforme
Gênesis 1.28 “E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos,
multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar,
sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra.” Por
certo, a reprodução era necessária para dar continuidade às gerações, mas ver
os filhos como simples resultado de uma função biológica é ignorar
completamente o significado que Deus atribui ao papel de mãe e pai, como lemos
nos Salmos 127 e 128. (Bíblia da Mulher, 2009)
O Salmo 127 apresenta uma linda reflexão sobre a importância de termos o
Senhor como base forte da família, e a bênção que são os filhos:
“Se o Senhor não
edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a
cidade, em vão vigia a sentinela.
Inútil vos será
levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeaste;
aos seus amados ele o dá enquanto dormem.
Herança do Senhor
são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão. Como as flechas na mão do
guerreiro, assim os filhos da mocidade.
Feliz o homem que
enche deles a sua aljava; não será envergonhado, quando pleitear com os
inimigos à porta”.
O Salmo 128 nos instrui:
“Bem-aventurado
aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos!
Do trabalho de tuas
mãos comerás, feliz serás, e tudo te irá bem.
Tua esposa, no
interior de tua casa, será como a videira frutífera; teus filhos, como rebentos
da oliveira, à roda da tua mesa.
Eis como será
abençoado o homem que teme ao Senhor!
O Senhor te abençoe
desde Sião, para que vejas a prosperidade de Jerusalém durante os dias de tua
vida, veja os filhos de teus filhos.
Paz sobre Israel!”
No Salmo 128.3 aprendemos que os filhos são uma bênção de Deus. Este
Salmo é chamado de “Salmo do Edificador”, pois o lar israelita dava aos pais a
oportunidade de edificar filhos e filhas. O Criador deseja que os pais
edifiquem seus filhos, lançando os alicerces da fé e vivendo diante deles como
cristãos, honrando a Jesus, sustentando-os e fortalecendo-os com a oração e
aperfeiçoando-os com os ensinamentos da Palavra de Deus. E os filhos podem
passar estes mesmos passos aos seus filhos, e estes adiante, dando continuidade
à descendência piedosa. As crianças são o fruto mais valioso do reino. Em
geral, são sensíveis, moldáveis e, consequentemente, receptivas ao evangelho,
cheias de vida e energia. Elas fazem parte da herança que Deus concede,
conforme escrito no Salmo 127. Quando não lhe damos o devido valor, nos opomos
a Deus. (Bíblia da Mulher, 2009)
Deus nos criou à sua e imagem e este ato amoroso revela a natureza de
sua divindade. Em seu próprio ato amoroso de gerar um filho, homem e mulher
refletem essa característica de Deus. (Bíblia da
Mulher, 2009)
O homem possui responsabilidades e autoridades instituídas por Deus
desde a criação, como prover e proteger sua família. Os filhos têm inúmeras
necessidades: físicas, como alimentação, habitação e vestuário; emocionais como
amor, aceitação, afirmação; intelectuais, ou seja, oportunidades de
desenvolvimento; e espirituais, como a orientação para relacionamento com Deus.
Estas necessidades precisam ser supridas pelos pais. As mulheres têm a
responsabilidade de edificar um lar afetuoso, onde existe tranqüilidade,
alegria, aceitação, refrigério, estímulo, descanso e amor para sua família. Provérbios
14.1 diz: “A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as
próprias mãos, a derriba”. (Bíblia da Mulher,
2009)
O primeiro conceito que uma criança tem de Deus é grandemente
influenciado pelo relacionamento que ela tem com seu próprio pai. Em contraste
com a figura autocrática dos pais descritos no antigo testamento, Paulo
aconselha os pais a terem paciência com seus filhos, conforme Efésios 6.4 “E
vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na
admoestação do Senhor”. O pai que Jesus descreve, assim como o Pai celeste,
ama incondicionalmente, perdoa sem restrições e dá em abundância, conforme
entendemos em Lucas 15.11-32, que conta a parábola do filho pródigo. Em alguns
exemplos da Bíblia, os pais apresentam um lado terno, como José, pai de Jesus,
Noé, Jacó, Davi, o oficial do templo que veio pedir a Jesus a cura para sua
filha; mas os pais não eram perfeitos e também erravam, como Eli e o próprio
Davi que não souberam educar seus filhos. (Bíblia da
Mulher, 2009)
Efésios 5.15-16 nos leva a entender que o melhor pai terreno é aquele
que tem uma vibrante comunhão com seu Pai celeste e, assim, tem acesso à
ilimitada sabedoria do Senhor e a seus imensos recursos: “Portanto, vede
prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o
tempo, porque os dias são maus”. Os pais certamente são relembrados da
importância de fazer com que os filhos se sintam amados. Eles devem
instruí-los, educá-los e corrigi-los. O abrigo e a segurança fornecidos por um
pai piedoso conferem liberdade para que eles cresçam sem superproteção contra
os desafios ou tarefas que ensinam responsabilidade, conforme vemos na história
de Samuel, descrita em 1Sm 3.1-10, que ainda bem jovem já ouvia o chamado do
Senhor. (Bíblia da Mulher, 2009)
A mãe ajuda a moldar um bom pai. Ela o faz sentir-se amado e aceito,
tratando-o com respeito. Ela mostra respeito pela posição de liderança e não
mina sua autoridade. Oferece estímulo, interação recíproca e apoio interessado.
Mais do que uma ocupação ou responsabilidade, ser mãe é um ministério que, sem
dúvida, envolve trabalho árduo e sacrifício. Os filhos precisam receber cuidados
amorosos da mãe. As mães piedosas são o maior tesouro de uma nação, as mais
excelentes ajudadoras do Senhor e as mais abençoadas de todas as mulheres. (Bíblia da Mulher, 2009)
Em Deuteronômio 6.1-2, após Moisés ter repetido os dez mandamentos para
o povo, temos uma instrução clara do Senhor:
“Estes, pois, são
os mandamentos, os estatutos e os juízos que mandou o Senhor, teu Deus, se te
ensinassem, para que os cumprisses na terra a que passas para possuir; para que
temas ao Senhor, teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos que
eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua
vida; e que teus dias sejam prolongados”.
Os casais que têm filhos são admoestados a levar a sério suas
responsabilidades e ensinar-lhes a Palavra de Deus em todas as ocasiões.
Continuando em Deuteronômio 6.7 o Senhor instrui: “tu as inculcarás a teus
filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao
deitar-te, e ao levantar-te”. Provérbios 22.6 nos adverte: “Ensina a
criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se
desviará dele”.
Os filhos possuem, da sua parte, o papel de obediência. Em Êxodo 20.12, no
momento da declaração dos princípios básicos da aliança do Senhor com Israel,
temos o mandamento “Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus
dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá”. Este é o primeiro mandamento
com promessa. Ele declara que a obediência a Deus neste ponto gera a longa vida
na terra. Em Efésios 6.1-3, Paulo repete
o mandamento explicando-o: “Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois
isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com
promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra.”
Colossenses 3.20-21 resume a relação entre pais e filhos da seguinte
forma: “Filhos, em tudo obedecei a vossos pais; pois fazê-lo é grato diante
do Senhor. Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados”.
Aos pais cabe o exercício da liderança do Senhor, discernindo uma orientação
individual para cada filho.
Na primeira epístola a Timóteo 3.5 e 11, Paulo, tratando sobre as
qualificações dos bispos e diáconos, escreveu “(pois, se alguém não sabe
governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?) e continuou “Da mesma
sorte, quanto às mulheres, é necessário que sejam elas respeitáveis, não
maldizentes, temperantes e fiéis em tudo.” Disso podemos apreender que o
exemplo começa em casa.
Um lar que coloca Deus em seu centro oferece a possibilidade de falar ao
mundo através do relacionamento entre seus membros. É essencial que os pais
reflitam em sua vida o processo de santificação para que, com isso, seus filhos
possam ver a fé em ação na vida diária. (Bíblia da
Mulher, 2009)
Referências:
A Bíblia da Mulher: leitura, devocional, estudo. 2.
ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 2009.
OMARTIAN, Stormie. O poder da mulher que ora.
Tradução: Susana Klassen. São Paulo: Mundo Cristão, 2003.
Assinar:
Postagens (Atom)








